
Muitas pessoas procuram ajuda porque sentem que estão em uma luta constante consigo mesmas — especialmente quando o assunto é ansiedade, compulsões ou a relação com a comida. Surge a culpa depois de episódios de excesso, a frustração com dietas que não se sustentam e a sensação de que algo dentro de si parece sempre puxar para o mesmo lugar. No meu trabalho, procuro olhar para além desses comportamentos e compreender as dores emocionais que muitas vezes estão por trás deles.
Sou psicólogo por formação e por escolha diária. No meu trabalho, integro Psicologia e Hipnose Clínica como caminhos de cuidado profundo e responsável, ajudando pessoas a lidarem com ansiedade, compulsões, experiências difíceis da infância, crenças que exercem influências nos fracassos ligados aos processos de emagrecimento sustentável.
Meu interesse por esse tema também nasce da experiência pessoal: ao longo da vida enfrentei o sobrepeso e eliminei 32 kg. Essa vivência não define meu trabalho, mas ampliou minha escuta para o peso emocional que muitas pessoas carregam na relação com o próprio corpo e com a comida.
Sou graduado em Psicologia pela Universidade Tuiuti do Paraná há mais de 12 anos. Tenho formações complementares em Neuropsicologia aplicada à educação e em Gerenciamento da Felicidade pela Harvard Business School.
Thiago Swiech Bach – Psicólogo
CRP 08/18574

O problema, muitas vezes, não é a comida.
É a dor que está por trás dela.
A vida psíquica, como já observava Freud ao falar do princípio do prazer, funciona buscando alívio. Todos nós procuramos prazer — ou pelo menos a redução da dor.
Quando a dor é pequena, qualquer distração resolve.
Quando a dor é grande, a anestesia precisa ser maior.
É nesse ponto que a comida pode deixar de ser apenas alimento e passar a cumprir outra função: acalmar ansiedade, aliviar angústias e silenciar o aperto emocional.
Por isso, retirar a anestesia sem cuidar da dor costuma intensificar o sofrimento. Dietas baseadas apenas em restrição acabam lutando contra algo mais profundo.
A hipnose clínica pode ajudar justamente nesse ponto. Ela permite acessar experiências emocionais que ficaram protegidas por defesas internas — criadas para evitar sofrimento — e trabalhar esses registros com mais segurança.
Quando a dor encontra cuidado, a anestesia perde a função.
E o emagrecimento deixa de ser uma batalha para se tornar consequência de uma reorganização interna.
A hipnose é, na verdade, um reencontro: nela, você mantém a consciência e o controle enquanto desata nós de décadas.
Ao contrário do mito de que o paciente "apaga", um exemplo prático é o indivíduo conseguir recobrar a consciência e ter acesso a informações fundamentais sobre si mesmo enquanto mantém a percepção de onde está fisicamente. Isso permite que ele entenda o "porquê" de certos comportamentos de forma lúcida.
Você já sentiu aquele desespero paralisante de, quando criança, olhar para os lados no supermercado e não encontrar ninguém? Essa sensação de ser abandonado é uma das dores mais profundas que um ser humano pode carregar, e o problema é que, muitas vezes, nós "atualizamos" esse medo na vida adulta
Muitas vezes, o medo de encarar traumas de infância ou a perda de quem amamos nos faz erguer barreiras internas. Mas você não precisa fugir do que sente. Através da força da hipnose, baixamos essa "censura" do medo para tratar suas dores de forma confortável, amorosa e respeitosa.
Não se trata de reviver o mal com repulsa, mas de olhar para sua trajetória com carinho e acolhimento. Você merece transformar o que assusta em um processo de cura leve e libertador

Muitas pessoas procuram a comida — e outras formas de consumo — porque, em certos momentos, ela anestesia.
E vamos falar a verdade: alivia a ansiedade mesmo.
Traz conforto, uma sensação de pausa, de estar à vontade por alguns instantes.
Quem nunca?
O problema não é a comida em si.
É quando ela passa a ser a principal estratégia para silenciar dores emocionais.
Pesquisas de universidades como Harvard e Stanford mostram que a Hipnose Clínica, quando integrada à psicoterapia, pode ajudar a reduzir comportamentos automáticos ligados à ansiedade e à compulsão, atuando diretamente nos circuitos de regulação emocional.
Assim como novos medicamentos têm sido buscados para controlar o apetite, a hipnose atua em outro nível:
na relação com o corpo, com a emoção e com o impulso.
Em vez de apenas conter o sintoma, o trabalho é ajudar a pessoa a escutar o que a dor pede, para que a anestesia deixe de ser necessária.
Emagrecer, aqui, deixa de ser luta.
Passa a ser consequência

Traumas e bloqueios emocionais formados na infância podem impactar a vida adulta de forma silenciosa e persistente. Pesquisas conduzidas pela Universidade de Oxford (Reino Unido) e pela Universidade de Zurique (Suíça) demonstram que a hipnose, quando integrada à psicoterapia, pode gerar reduções entre 35% e 55% nos sintomas associados a traumas precoces, auxiliando na ressignificação de memórias emocionais, na liberação de bloqueios inconscientes e no fortalecimento da segurança emocional ao longo da vida adulta. Posso ajudar você a trabalhar essas experiências de forma segura, cuidadosa e personalizada.

Muitas pessoas não procuram a comida apenas por fome.
Procuram porque, em determinados momentos, ela anestesia.
E isso não vale apenas para a comida.
Vale para compras, álcool, trabalho excessivo, telas, relacionamentos compulsivos.
O mecanismo é o mesmo.
Toda compulsão, no fundo, é uma tentativa legítima — ainda que disfuncional — de aliviar algo que dói.
É importante dizer isso com clareza: ninguém se anestesia sem motivo.
Só busca anestesia quem sente dor.
Quando a dor emocional não é reconhecida, simbolizada e cuidada, o corpo encontra caminhos rápidos para silenciá-la.
Esses caminhos costumam ser automáticos, repetitivos e difíceis de controlar pela razão.
É aí que muitas pessoas entram em ciclos de dieta, culpa e recaída.
O problema, portanto, não é a comida em si.
É o papel psicológico que ela passa a cumprir.
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